A C. e a c-h-u-c-h-a

Tanto o S. como a C., no próprio dia em que nasceram experimentaram uma coisa chamada c-h-u-c-h-a e desde então o amor e carinho por este objecto/acessório foi crescendo, dia após dia. Nos primeiros dias quase não usavam, mas depois de ir para casa ao terceiro-quarto dia, passaram a querer e o meu lema é "antes a chucha do que o dedo" porque a chucha um dia desaparece mas o dedo não ;)
Se o S. adorava a chuca, a C. tem uma paixão assolapada pela mesma, numa relação de quase dependência atualmente, algo que nunca vi. O S. tinha feito 3 anos e numa de "vamos dar a chucha ao Pai Natal porque há meninos que não têm pais, nem dinheiro para comprar chuchas", aproveitámos estar quase a chegar o Natal e lá fomos nós à procura de um Pai Natal, mas não podia ser um qualquer, já que a missão era das difíceis. Escolhemos o da Vila do Natal em Sintra e lembro-me que na viagem de casa até Sintra o S. nem falava e chuchava como se não houvesse amanhã. Aliás, levava as três chuchas que tinha e estava altamente compenetrado. O Pai Natal foi briefado e correu lindamente, até lhe ofereceu aquele LEGO que o S. tanto queria, dos bombeiros :) :)
Já a C. anda a ser preparada há uns meses e estava quase no ponto, aliás até houve uma ou outra vez em que disse que não queria mais chucha porque já não era bebé, mas à medida que nos aproximámos das férias grandes, o retrocesso aconteceu e sempre que chegava do colégio não largava mais a dita cuja em versão lapa. Agora então, a situação está grave!! Por ela passava todo o dia com chucha, os únicos momentos em que consigo tirá-la em mútuo acordo é quando chegamos à praia e nas refeições. Ponto. E agora?! À força não me parece que resulte, numa de "não sei da chucha" mas claramente que por ela, para já também não será. Poderá ser a fase antes da despedida final, bem sei, mas a Maggie dos Simpsons podia bem ser a minha filha.
E vocês, contem-me, como lidaram com os casos difíceis?!


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13 comentários :

  1. Achei muito engraçado este post, e vou partilhar no meu e contar como foi aqui em casa e como está a ser, pois tenho uma que já não usa, outra que usa sem ser na escola (tem vergonha dos amigos) e o bebé que ainda é muito cedo.
    Na minha modesta opinião, acho que se damos as chuchas, as nanas, (...), também temos que lhes dar tempo para serem eles a deixar por si só...
    E já agora adoro o seu blogue!! Bjs

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    1. Obrigada Sheila :) também concordo que eles têm os seus timings mas a pressão social e o risco da dentição ficar desalinhada não ajudam.
      Um beijinho

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  2. Eu só consegui que a minha M. largasse a chucha aos 5 anos e meio. A primeira tentativa de deixar as chuchas na árvore de Natal na noite de 24 para 25 (cá em casa só abrimos os presentes no dia 25 de manhã) não correu nada bem porque a ESPERTA escondeu uma chucha debaixo da almofada!! E foi com essa chucha que andou durante 1 ano. No ano seguinte voltei a pôr as chuchas todas na árvore de Natal para o Pai Natal levar. Resultou lindamente. Não houve choradeiras, berros e afins. A própria M. ajudou a pôr as chuchas todas na árvore de Natal e correu tudo lindamente! Concordo com a senhora do post anterior... Quando as próprias crianças se propõem a largar a chucha é bem mais fácil e menos agressivo!!

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    1. Lindo!! Demais!! A C. também costuma ter uma de estimação :)
      Obrigada pela partilha * beijinho

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    2. Ola!
      Adorei estas historias e concordo com ambas: coitaditos, eles sao pequenitos, isto é uma forma de consolo, tambem acho que lhes devemos dar um timing certo... se for por eles tudo é mais pacífico :) e como em tudo, têm timings diferntes: andar, falar, largar as fraldas... nisto também e deviamos tentar deixar "a bola do lado deles" :)
      Dentro do possível, claro :)
      De resto, sempre houve quem use chucha até tarde e nao precise de aparelho, e quem nao usasse chucha de todo e precise de aparelho :)
      Bjs e boa sorte nesta aventura :)

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  3. Olá eu também estou a passar pelo mesmo problema. O A. com 3 anos feitos em Maio não ligava nada à chupeta, porém passou a ser a sua maluquice. No colégio só usa para dormir, mas mal chega a casa só vai em direcão à chupeta e por ele não a largava até ir para o colégio no dia seguinte. Nós é que tiramos!A minha estratégia é que o senhor Outono quando chegar quer levar a chupeta dos meninos que têm 3 anos então já o estou a mentalizar!E parece que está a resultar. Ele parece convencido. Já referi no colégio que quando falarem no colégio do Outono contarem a minha "história" para ele aceitar. Vamos ver como vai resultar!

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  4. Bom dia, Pensei que ia ser mais difícil, a Francisca tem 2 anos e meio e simplesmente começou adormecer sem a chucha, muito a conta de se deitar mais tarde e adormecer por cansaço. O que é certo é que aproveitei para esconder todas as chuchas e ela de vez em quando la pergunta por ela, mas dizemos que ficou na avó ou esquecemos dela no carro e ela até aceita bem...Tenho é a impressão que ela anda mais irritada, mais nervosa e presumo que terá a ver com a falta da chucha. O desfralde, esse sim está a ser mais complicado

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    1. Espero que daqui a pouco tempo seja assim! Hoje até na praia tive que lhe dar a chucha tal era o desespero da C.

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  5. A chucha é permitida, sem pressões, até a dentição definitiva começar a nascer!
    Até então a chuchinha só faz bem!

    Um Beijinho

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  6. O meu filho com 3 anos chegava a casa e pedia logo chucha. Até ao dia em que a esterilizei e ficou com umas manchas brancas, pelo uso da borracha. Então aproveitei e fiz o mesmo que a minha mãe tinha feito comigo. Quando ele chegou, mostrei-lhe a chucha e expliquei que naquelas manchas se escondiam uns bichinhos, por a chucha já ser velha. E deixei-a em cima da mesa. Ele olhou para ela, cheio de vontade de se agarrar, mas ao mesmo tempo sem vontade de pôr bichinhos na boca. Passado um bocado disse que já não queria chucha. Não a pediu nessa noite. Ainda a pediu uma vez ou outra nessa semana, mas quando eu o lembrava que a chucha estava velha, não insistia. E pronto!
    A verdade é que andou mais agitado durante um tempo, e pedia mais mimo, mas lá se adaptou.
    A irmã, na altura com 1 ano, se já não achava muita piada à dita cuja (a mama da mãe é muito melhor ;), desde então nunca mais a quis.

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    1. No domingo também me lembrei de uma e vamos ver se dá frutos. Ainda hoje vou partilhar convosco!

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