Colesterol: como controlar

Apesar de fazer uma alimentação bastante saudável sempre tive tendência para ter o colesterol ligeiramente aumentado, regra geral entre os 180 e 200 mg/dl. É algo que foi identificado no final da minha adolescência e que se deve à carga genética, não fosse o meu pai ter também ele o colesterol geralmente acima do desejável. Por isso mesmo, hoje em dia controlo estes valores regularmente através da medição dos níveis de colesterolémia, seja através de análises sanguíneas ou com aquele teste que se faz nas farmácias, em que nos picam o dedo, sabem do que falo, certo? Foi o que fiz há duas semanas atrás e o valor já estava muito próximo dos 200, o que deixa sempre ligeiramente apreensiva, até porque o meu colesterol HDL (o bom colesterol) não é fantástico. O farmacêutico que me atendeu falou-me então num novo suplemento alimentar, oArterin, que parece ser bastante eficaz na redução e manutenção dos níveis de colesterol saudáveis.
Em virtude da minha experiência profissional sei bem o que é o colesterol. Trata-se de uma substância gorda que se encontra nas membranas celulares, sendo transportada pelo sangue. Independentemente de consumirmos ou não gordura em excesso, todos temos colesterol no sangue, o importante é que esteja dentro dos valores ditos normais, i.e., idealmente abaixo dos 180 mg/dl, no máximo nos 200 mg/dl. Existe ainda o chamado colesterol “bom” (HDL – lipoproteínas de elevada densidade) e o “mau” (LDL e VLDL – lipoproteínas de baixa ou muito baixa densidade). Quando o colesterol é elevado começa a depositar-se nas paredes das artérias, formando-se uma placa que no futuro pode causar a obstrução das mesmas, a chamada ateroesclerose, com consequências sérias no que diz respeito ao sistema cardiovascular, estando na origem de enfartos agudos do miocárdio (ataques cardíacos).
Uma vez que a hipercolesterolémia não apresenta sintomas, a única forma de sabermos se temos ou não o colesterol normal é através de rastreios dos níveis de colesterol ou análises sanguíneas prescritas pelo médico. Os fatores de risco são a hipertensão, tabagismo, diabetes, idade superior a 45 nas mulheres e 55 nos homens, o sedentarismo (ou seja, a inatividade física), assim como a história familiar de doença cardíaca ou vascular – o meu caso!
Para evitar o colesterol em excesso o ideal será adoptar uma alimentação e estilos de vida saudáveis, privilegiando os alimentos ricos em fibras e ácidos gordos omega – vegetais, frutas e cereais integrais, peixes gordos e sementes – em detrimento dos alimentos ricos em gorduras – leite, queijo ou iogurtes gordos, enchidos, charcutaria no geral, gorduras visíveis da carne, bolachas, doces e sobremesas no geral. Para além da alimentação é importante fazer exercício físico regular e adotar comportamentos e estilos de vida saudáveis.


Imagem d´aqui.

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