Com os três

Nos últimos dias tenho estado sozinha com os três e escusado será dizer que tem sido uma animação :) ainda assim, acho que eles até têm colaborado e eu tenho feito para estar totalmente disponível. Felizmente que o fim de semana nos brindou com algum sol, o que ajudou nos programas fora de casa. Sábado de manhã fui com os três para o parque (nestas alturas sinto-me uma "super mulher") e enquanto o Salvador jogava futebol, a Carminho fez-me companhia, a mim e ao Vicente. O Vicente adorou andar nos baloiços, no escorrega dos bebés, no avião, casinha, etc. e a Carminho foi uma crescida, quis sempre ajudar, fartou-se de dar mimos ao mano mais novo e de brincar com ele.
Gosto de vê-los assim, cada vez mais próximos e cúmplices, os mais velhos já começam a ter um pouco mais de noção (se bem que ainda há momentos em que o apertam, pegam-no ao colo sem ele querer, and so on...) e a querer estar com o Vicente a brincar. Por outro lado, o Vi não perde uma oportunidade e quando vê os irmãos a fazer o que quer que seja, também não os larga. Põe-se à frente da televisão, mexe nas plasticinas, destrói as construções, brinca com as bonecas, com os helicópteros, aviões e com tudo o que não for de bebés. Foi um fim de semana ótimo mas super cansativo, hoje acho que adormecem mal acabem de jantar... e acho que eu também... :)
Carminho com camisa, camisola e saia KNOT. Headband mmi e botas Ugg.
Vicente com gorro Maria Design Kids, sobretudo Laranjinha, tapa fraldas Tomate,
collants Gocco e sapatos Pisamonas.

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Quase na primavera

Chega esta altura do ano e ficamos desejosas que chegue o verão. Não tanto pelo frio mas principalmente pela chuva, vento, e pelos dias feios que por aí andam... As novas coleções Portuguesas ainda vão demorar a sair, ainda há saldos um pouco por todo o lado, e falo por mim, mas já não me apetece comprar/ver nada de inverno, só mesmo da primavera/verão.
É por isso que as lojas online, como a Smallable, são ótimas para vermos as primeiras novidades da próxima estação, perceber as tendências, as cores, padrões e tudo o que se vai usar nos meses mais quentes.
Os dias já estão maiores :) e isso faz-me automaticamente lembrar que aos poucos vai chegar a primavera, a estação do ano que mais gosto, e logo a seguir o verão, a estação dos dias grandes, dos jantares na rua até bem tarde, dos amigos, do tempo de pausa que vivemos com os nossos filhos, seja no campo ou na cidade, à beira-mar ou na piscina. Até lá podemos viver os próximos dias e mês e meio ainda de inverno, ao mesmo tempo que vamos sonhando com dias maiores e mais alegres.


1- Easy Peasy // 2, 8, 12 - Bonton // 3, 6 - Numero 74 // 4, 7, 11, 13 - Bloomingville // 
5- Nobodinoz // 9 - Soft Gallery // 10 - Caramello Baby and Child

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Programas de inverno

Chega o frio e é inevitável pensar em programas mais caseiros, à volta da lareira, com os amigos e família, mas quem tem filhos sabe que aguentá-los em casa dias inteiros pode ser um verdadeiro suplício. Por isso é que, sempre que possível, vamos com eles ao parque ou dar uma volta, passeamos e aproveitamos para fazer programas ao ar livre.

O tempo frio também traz coisas boas, como a neve, e tanto o Salvador como a Carminho adoram. Para além de ir à neve, gostamos de almoçar perto da praia, passear pelos castelos de Portugal, conhecer novas cidades e destinos dentro e fora de Portugal. Estes são alguns dos programas que gostamos de fazer ao fim de semana no inverno, enquanto não chega o verão e os fins de semana não são tendencialmente passados na piscina ou à beira-mar.

Viver o inverno é ótimo e sabe bem, um período do ano em que a vida ao ar livre também pode e deve ser uma realidade, basta ter alguns cuidados, como agasalharmo-nos, comer de forma saudável e protegermo-nos do vento e da chuva.


Depois de ver este vídeo fiquei ainda mais inspirada a viver o inverno, há tantos lugares bonitos e atividades diferentes para fazermos com os miúdos, amigos, família, ou até sozinhos, que não vale a pena ficarmos “enclausurados” durante 3 meses em casa. Por tudo isto, cá em casa, já nos juntámos aos #imparaveisinverno. E vocês, vêm também?! ;)

Vejam o vídeo, clicando na imagem.

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O próximo Little Style

Pois é, vem aí mais um LITTLE STYLE, desta vez para apresentar as novas coleções primavera-verão 2016. Provavelmente quem anda mais atento já reparou nas publicações que fiz na página do blog e do evento há quase 15 dias :)
Marquem na agenda os dias 9 e 10 de abril, será como habitual nas Cavalariças do Pestana Palace, é logo o primeiro fim de semana depois das férias da Páscoa e vai ser o fim de semana ideal para preparar as compras da estação: fatos de banho, toalhas de praia, muitos acessórios para usar na areia e na piscina, as roupas do dia-a-dia, as roupas especiais, as dos batizados, comunhões e afins, enfim, é para irem de carteira (bem) recheada para compras de perder a cabeça!
Brevemente começarei a anunciar as marcas que estarão presentes, algumas já habituais, outras novidades que gosto de ir conhecendo e vos mostrando. SAVE THE DATE!

Adoro esta foto dos dois, tão natural! da Spoil.

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Entrevista

Recentemente dei uma entrevista ao Blogs Portugal, um diretório de blogs Portugueses onde o My happy kids também se encontra, espero que gostem!

Quem é a Filipa Cortez Faria longe da blogosfera?
A Filipa Cortez Faria é uma nutricionista com 34 anos, especializada no tratamento do excesso de peso e obesidade, que tem 3 filhos que adora e sempre gostou de moda.

Foto de Tânia Afonso Photography

Existe uma eterna guerra online, entre os pais que partilham fotos dos seus filhos, com os pais que se recusam por completo, o que achas desta autêntica guerra sobre o sexo dos anjos, sendo que teu lado da barricada é de quem partilha?
Percebo por um lado os pais que não querem colocar fotos dos seus filhos na internet, se bem que com as devidas precauções não vejo qualquer inconveniente. Naturalmente, por ter o blog, que também se constrói à volta deles, seria inevitável que postasse fotografias dos três, ainda assim tenho vários cuidados para que não corram mais perigo do que outra criança qualquer. Não publico fotos deles na escola, não dou a entender onde vivo, não aviso antecipadamente onde vamos estar, para além de não publicar fotos no banho ou algo parecido, como vejo por vezes e me incomoda.
Muitas vezes, esses pais que não publicam fotos dos filhos na internet não têm determinado tipo de cuidados que eu tenho, mas acima de tudo o que interessa é que me sinto tranquila com a minha escolha e lá em casa a decisão sobre este tema é unânime.

Foto MC Photography

Lançaste recentemente o “Livro Dicas para mães e filhos com muita pinta”, como surgiu esta oportunidade e qual o papel do blogue para que este projeto visse a luz do dia?
Fui contactada pelas editoras da Verso de Kapa que me disseram que seguiam o meu blog e se identificavam bastante com os conteúdos do mesmo. Disseram que me viam como uma mãe moderna, com pinta, que conseguia conciliar “na perfeição” os vários papéis de mulher, mãe e profissional de sucesso, e que queriam que partilhasse num livro as minhas “Dicas para mães e filhos com muita pinta”. O blog foi assim essencial para que este projeto ganhasse vida.

Três dicas do livro que gostarias de partilhar com as bloggers da comunidade Blogs Portugal que tal como tu são mães?
A primeira dica é que sejam mulheres e arranjem tempo para vocês já que não nos podemos limitar a viver o papel de mães. Um time-out pontual, nem que seja uma vez por semana ou por mês é essencial para a nossa sanidade mental.
A segunda é que descompliquem, desdramatizem, não vale a pena querer controlar tudo o que se passa à vossa volta. Estabeleçam prioridades e reflitam sobre o que é que não está nas vossas mãos, assim irão rentabilizar muito melhor o tempo e sofrer menos por antecipação ou frustração.
Por último, a terceira dica, o melhor presente que podem dar aos vossos filhos é tempo, tempo de qualidade com eles. É disso que eles se vão lembrar daqui a 20 anos e não do mega presente XPTO que lhes ofereçam no Natal.


A missão do Blogs Portugal é juntar as marcas com os bloggers, como tem sido a tua relação com as marcas?
Desde o início que as marcas foram uma constante no blog, precisamente porque sempre partilhei as minhas escolhas de shopping e lifestyle. A minha relação com as marcas é positiva, penso que no geral já perceberam a enorme mais-valia que os blogs são para comunicar. Não tenho dúvidas de que o sucesso de algumas deve-se principalmente à oportunidade de exposição que tiveram logo no início, e como sabemos isso é preponderante para poderem crescer e desenvolver-se. Ainda assim, em Portugal o mercado dos blogs ainda tem muito para crescer. As marcas acham que basta oferecer uma peça para publicarmos um post, sem terem uma real noção do que isso representa em vendas. Nalguns casos basta uma foto no blog ou redes sociais do blog para terem dezenas de chamadas, mensagens e encomendas.
Para as marcas já implementadas e com poder de comunicação, as revistas não bastam, apesar de serem um veículo preferencial e obrigatório em muitos casos. Eu, enquanto consumidora e não blogger, sou muito mais influenciada por uma pessoa que sigo e com a qual me identifico do que por uma modelo qualquer que vejo num anúncio de revista ou digital.


Por fim convidamos-te a fazer um exercício de imaginação, como achas que vai ser um blogue daqui a 10 anos?
 Confesso que tenho tentado fazer esse exercício e é muito difícil. Quando olho para trás percebo que o blog já completou 3 anos e ganhou uma dimensão que jamais tinha pensado no início. Agora, claro que quero crescer mais com o blog mas não sei se daqui a 10 anos ele existirá e existindo imagino que não seja tal e qual como é hoje. Uma coisa é certa, autenticidade e genuinidade serão seguramente uma constante, provavelmente falarei mais de moda teen e menos de bebés porque os meus filhos vão crescer. Continuarei a falar de moda para mulheres e do meu estilo pessoal, de nutrição, de decoração porque são áreas que me acompanham e que adoro, mas a nossa forma de ser e de estar na vida modifica-se, é inevitável acompanharmos as tendências e criarmos as nossas.

Foto Adriana Morais Fotografia

Podem ver tudo aqui.

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Ainda sobre amamentar...

Apesar de saber que seria um tema controverso, jamais me passou pela cabeça a repercussão que este post teria. Algumas pessoas ficaram chocadas com o que escrevi e a intenção não foi de todo essa, quis apenas dar a minha opinião acerca de um tema mais ou menos sensível e espantou-me acima de tudo o fundamentalismo associado. Independentemente da nossa opinião acerca deste assunto, acredito que devemos ser razoáveis e não atacar sem argumentos só porque escreveram algo que vai contra o que defendemos. Não faltaria se eu começasse a ofender pessoas só porque não concordo com o que escrevem/dizem. Tendo em conta o número elevado de pessoas que lêem o blog e a acusação de que os conteúdos que publiquei poderiam confundir e incentivar as mães a não amamentar, quero escrever este post para esclarecer algumas questões, nomeadamente:

1. Defendo a amamentação em primeiro lugar mas respeito quem por motivos diversos não o faz.
- O aleitamento materno em exclusivo é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) até aos 6 meses do bebé e a partir daí deve começar-se a diversificação alimentar. Diz também esta entidade que a amamentação deve manter-se até pelo menos aos 2 anos.
- Alguns estudos indicam que a diversificação alimentar deve iniciar-se aos 4 em vez dos 6 meses, nomeadamente nos casos em que as mulheres regressam ao trabalho ou quando os bebés precisam de mamar com espaçamentos muito curtos, dificultando o regresso da mãe a uma vida ativa.

2. Apesar da OMS ser "a" referência a respeito de questões de saúde, a recomendação de que o aleitamento materno deve manter-se pelo menos até aos 2 anos de idade é de alguma forma desajustada no casos dos países desenvolvidos/industrializados e não sou apenas eu que o digo.
- Não defendo que as mulheres em Portugal emigrem para países africanos só por ter esta opinião, a sugestão parece-me no mínimo descabida.
- Referi no post anterior que Até 1 ano de idade acho ótimo, está mais do que provado de que tem inúmeras vantagens, depois disso, num país desenvolvido acho demasiado. Podem ler outras opiniões de pessoas esclarecidas que concordam com o meu ponto de vista aqui e aqui.
- Podem e devem, como é óbvio, amamentar até aos 2 anos de idade ou até mais, cada mulher/mãe faz o que achar melhor para si e para o bebé.
- Surge assim a questão, até quando? não há uma resposta unânime...
- A ideia de que somos mamíferos e como tal devemos apenas beber leite materno e jamais outro tipo de leite parece-me limitativa. Há tantos alimentos que ingerimos atualmente que podem ser considerados bem mais "perversos" do que o leite de vaca ou bebida de soja, arroz, aveia, amêndoa ou avelã...

3. O leite materno é muito melhor do que o leite de fórmula (lata).
- Não há uma única referência que diga o contrário.
- Aprendi isto no 1.º ano da faculdade e conheço lindamente todas as vantagens (provadas e não provadas).

4. As mulheres podem e devem dar de mamar fora de casa e em espaços públicos.
- Não defendo que as mulheres se devem esconder em casas de banho nem em salas de amamentação overcrowded como sugeriram.
- Não alimento os meus filhos em "resguardo" :) nem nunca me escondi para dar de mamar.
- Eu apenas disse que considerava dispensável as mulheres andarem de maminha de fora, à frente de tudo e de todos, só porque amamentar é algo de natural.
- Assisti a várias situações que achei perfeitamente dispensáveis e que não só me incomodaram a mim como a outras pessoas, mas incomodaram pouco, por isso podem como é óbvio dar de mamar em qualquer lado e como quiserem.
- Enquanto mulher e mãe sou da opinião que se poderia ter mais algum cuidado com a exposição e o à vontade excessivo. Não é vergonha nenhuma nem tirania usar uma fralda ou pano, ou é?

5. Defendo o aleitamento materno combinado com o suplemento (leite de fórmula) quando necessário:
- Bebés que choram constantemente, sem parar, ao longo do dia (e noite).
- Bebés que não aumentam de peso.
- Mães que não têm leite suficiente.
- Mães que trabalham fora de casa desde cedo e não conseguem/querem andar de bomba tira leite atrás.

Espero que este post tenha ajudado!

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Amamentar?

Este é um tema bastante sensível que possivelmente divide muitas opiniões. Um tema que cada vez mais se fala, por bons motivos, mas com contornos que merecem ser explorados... Passámos do tempo em que "claro que todas as mulheres têm de dar de mamar" para o "que horror, dar de mamar? o menos possível ou não dar de todo" e voltámos ao "dar de mamar sempre, em todas as circunstâncias e em todo o lado porque é a coisa mais natural do mundo".  Pois bem, para mim é "não tanto ao mar, nem tanto à terra".
De facto nunca me passou pela cabeça não dar de mamar, e confesso que me faz alguma confusão quem não quer pensar sequer na hipótese de, de maneira que assim que o bebé nasce tomam medicamentos para secar o leite. Ao mesmo tempo, também não acho normal que se dê de mamar em todo o lado, ou melhor, que se faça isso à vista de toda a gente. Será pudor? será a forma como fui educada? talvez, mas também acho que não é normal mostrar o que anda tapado só porque sim. A mim incomoda-me estar a almoçar num qualquer restaurante e ter uma mulher ao meu lado de maminha de fora a alimentar o bebé, enquanto discute animadamente um tema corriqueiro com meia dúzias de amigos. Considero que é algo de privado, um momento especial entre mãe e bebé e não para ser partilhado com toda a gente...
Já dei de mamar aos meus filhos na rua, em espaços públicos, mas escolhi um local minimamente calmo e com o mínimo de condições, usando uma fralda ou mais recentemente um daqueles panos ótimos, super práticos, que dão privacidade à mãe e bebé e criam um ambiente menos distrativo para os bebés. Não quero irritar ninguém, nem gerar confusão nas defensoras de que dar de mamar é a coisa mais natural e fantástica do mundo, mas também considero errado criar nas mulheres, recém mães, a ideia de que é errado optar não dar de mamar, que deviam ter vergonha de dar leite em pó em vez de leite materno. Já vi várias amigas sofrer com crianças que não dormiam nem as deixavam descansar porque tinham fome (ou mais necessidade de alimento), amigas que sentiam que eram piores mães só porque tiveram de começar a dar suplemento aos bebés, mulheres que foram reprimidas porque decidiram que não conseguiam mais, depois de sofrerem fisicamente com esse processo, com dores, etc... "Pois, o teu leite é fraco..."
Sou da opinião de que isto não está certo, que enquanto mulheres que vivem numa sociedade evoluída temos os conhecimentos para decidir o que é melhor para nós e para os bebés, e nunca nos podemos esquecer de que uma mulher triste e deprimida é uma mãe menos capaz. Até 1 ano de idade acho ótimo, está mais do que provado de que tem inúmeras vantagens, depois disso, num país desenvolvido acho demasiado. Aliás, pressupondo que as mulheres começam a trabalhar passados 4 ou 5 meses é inevitável começarem a ter menos leite e os bebés passarem a precisar doutras soluções. Acho dispensável que sempre que se tem um bebé, a segunda pergunta seja, "e está a mamar?", como se isso fosse relevante para outras pessoas que não a nossa família.

Vicente, no 2.º dia de vida.

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Bebés

Os saldos são sempre uma boa altura para comprar algumas peças que fazem falta ou pelas quais nos apaixonámos. Para além dos básicos, dos casacos e das lãs, também gosto de fazer uma ronda por outras peças de decoração e não só, que de alguma forma complementam os espaços deles e fazem do mundo dos mais novos um lugar ainda mais apetitoso, ora vejam:

De cima para baixo: cabides MAMY / Cruzadinho Tu Chique / Alcofa Casinha do Botão.
Manta Lovely / Fofo Boneca de Sabão / Sonny Angels da Pingi ao Cubo / Colares Pingi ao Cubo.
Todas as marcas exceto Tu Chique e Boneca de Sabão estão aqui.

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O segredo das dietas

Na semana passada falei-vos aqui sobre dietas da moda, da apologia do low carb e da tendência crescente que envolva a restrição do glúten e da lactose da alimentação.
Falar de nutrição envolve falar de tendências, tal como noutras áreas da saúde e não só. Ainda me lembro do azeite ser péssimo, depois ser ótimo e agora assim-assim; o mesmo para as margarinas ou cremes vegetais de barrar; os ovos também já foram o “demónio” do colesterol e agora já se sabe que têm vários benefícios em serem consumidos regularmente... faz parte e importa acima de tudo ler e conhecer bem os fundamentos que movem cada corrente.
Quem me conhece sabe que gosto de comer, que não sou histérica com dietas nem com comida, mas que (felizmente) tenho uma apetência natural para pensar de forma saudável, tenho um cérebro pouco formatado para a “lambuzice”. Adoro chocolate, adoro queijos tipo amanteigado, se combina-los com uma compota de frutos vermelhos e um copo de vinho tinto ainda melhor, não preciso de mais nada... Gosto imenso de peito de frango com farinheira, ou de uma entrada de morcela com compota de maçã, e se me apresentarem um fantástico risotto ou sushi, podem ter a certeza de que vou adorar e comer até ao fim! Agora, apesar de adorar, isso não significa que coma este tipo de alimentos frequentemente... e é aí que está o “segredo”.
Para que o peso se mantenha num nível normal e saudável há que comer de tudo um pouco, evitando sem dúvida os alimentos que nos fazem mal e privilegiando os funcionais: frutas, verduras, proteínas magras, proteínas vegetais (tais como as leguminosas), sementes, cereais de qualidade e muita água. Se a base for boa e pontualmente comermos alimentos mais calóricos, de que gostamos muito, aí será fácil de manter o peso... mas atenção que pontualmente não significa uma vez por dia :) nem três vezes por semana. Dependerá sempre de pessoa para pessoa, se somos mulheres ou homens, novas ou menos jovens, saudáveis ou nem tanto, se fazemos medicação, se nos mexemos e fazemos exercício físico, se dormimos bem (sim, não dormir engorda!), se comemos várias vezes por dia, se sofremos de stress e ansiedade constantes, se temos muitas ou poucas células gordas (os adipócitos), se, se e se...
Em consulta ouço muitas vezes que não é justo (e às vezes não é, mas Deus criou-nos assim...), que a amiga/colega x, y, z come pessimamente, imensos bolos, bolachas, etc. e é magra até mais não, que esta semana só comeu isto ou aquilo, que fez tudo bem e não perdeu peso, que assim não compensa (eu acho que compensa sempre), e outras coisas vindas de quem fica frustrado de não emagrecer mais depressa. Está claro que o que nós queríamos mesmo era que o peso baixasse à velocidade da luz, um botão on e off dava um jeitão, mas a nossa “máquina” não foi programada assim. É por isso que quando se quer perder peso se deve confiar esse processo num profissional de nutrição experiente, dietista ou nutricionista (e não outra coisa qualquer), que estude de forma eficaz o vosso metabolismo, avalie as vossas necessidades, aquilo que é possível e não é de fazer, que reforce o essencial, que vos acompanhe semana após semana, que vos “dê na cabeça e puxe as orelhas” quando necessário e que comemore convosco quando atingem objetivos. Como costumo dizer “cabe-me a mim este papel castrador, de dizer não” e olhem que por vezes também custa! Mas é tão bom ver os números da balança a baixar, de ver as pessoas a melhorar a sua auto-estima, de ficarem com corpos bonitos, de ver os sorrisos na caras dos pacientes quando mudam de dígito. Essa é a minha (nossa) recompensa e é isso que me faz adorar a minha profissão e querer continuar a ajudar cada vez mais pessoas.
Falando menos de mim e mais daquilo em que acredito, sem dúvida que low carb é a minha “religião”, mas também encontro várias vantagens na sua conjugação com outras correntes. É por isso que me identifico e cada vez mais com a nutrição funcional, precisamente porque aquilo que comemos é o nosso melhor remédio. Por hoje deixo-vos com a máxima de Hipócrates, de há mais de 2.000 anos atrás e que hoje é uma verdade ainda mais absoluta:

“Let food be thy medicine and medicine be thy food.”

Foto d´aqui.

#eatclean

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Fim de semana

Parece que ainda ontem era sexta-feira mas afinal daqui a poucas horas já será segunda e começa mais uma semana. O fim de semana serviu para descansar, não tanto física mas principalmente psicologicamente. Se o sábado foi uma agitação pegada, o domingo serviu para abrandar o ritmo, graças a Deus, em prol da minha sanidade mental.
A noite de sexta para sábado foi intermitente, com o Vicente a acordar constantemente por estar constipado, entupido e a perder a chucha a cada meia hora. Para além disso acabou por molhar o babygrow com xixi não sei bem como e às 5h da manhã lá tive de lhe ir mudar o pijama. Em simultâneo a Carminho acordou para ir à casa de banho e como viu o Vicente comigo já não descansou e começou a brincadeira. Eram 5h da manhã... A manhã foi uma agitação e eu estava tão cansada que lembrei-me de perguntar à Carminho e ao Salvador se queriam ir dormir a casa da avó e a resposta foi sim :) Eles adoram e apesar de ter saudades acaba por ser bom para nós porque nos permite descansar. Apesar disso, o Vicente ficou connosco, de maneira que o descanso não foi total, mas já ajudou! Almoçamos os cinco no Guincho, bem perto do mar, e depois lá fomos levar os mais velhos a casa da minha mãe.
À hora do almoço o barulho voltou, ou seja, a Carminho e o Salvador vieram para casa. Claro que adoro os meus filhos mas eles às vezes podiam desligar o botão e acalmar... Por terem pouca diferença de idades, a Carminho tem apenas 21 meses, estão sempre a implicar um com o outro. A Carminho adora provocar o Salvador e o Salvador está sempre a meter-se com a Carminho, parecem o gato e o rato, Tom & Jerry no seu melhor!! O Vicente está a ter uma "ótima escola" com os manos mais velhos, mas receio que fique o mais "peste" dos três, apesar do seu ar sorridente e pachorrento. Já faz umas birras e não descansa enquanto não consegue o que quer, estou para ver como vai ser daqui a uns meses... Agora é aproveitar todos os momentos e regista-los o mais possível, para mais tarde recordar :)

Imagens d´aqui.

Em cima: Eu com colete e camisola Zara, jumpsuit Happy Company, carteira Chloé, ténis Adidas Superstar. 
Vicente com gorro Maria Design Kids, casaco canadiana Laranjinha (era do Salvador), botas Safari Pisamonas.
Carminho com túnica Mimichic, calças Massimo Dutti, sobretudo Ovo Estrelado (antigo, da prima C.), laço Lemon Hair Lovers, ténis Adidas Supersar. 
Salvador com roupa KNOT, botas Safari Pisamonas.
Em baixo: Carminho com vestido Antimilk, colar Terços da Lupinha, laço Lemon Hair Lovers.
Salvador com look total KNOT, botas Safari Pisamonas.
Vicente com fofo Boneca de Sabão, casaco de lã Puro Mimo, carneiras Gama Rústica.

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Que filme!

Ontem foi dia de pediatra para a Carminho e o Vicente. Até aqui nada de anormal... Antes do Vicente nascer, geralmente ir ao pediatra ou ao médico significava não ir sozinha já que o P. também ia, o que, quer se queira quer não, facilitava bastante as coisas. Agora com três e os dois mais velhos na escola, um tem de ficar com o(s) que vai(ão) ao médico, e o outro vai buscar quem é preciso à escola. 
Já tinha ido várias vezes sozinha com o Vicente ou o Salvador ao médico, mas com dois ainda não, até ontem, e posso dizer que não correu lá muito bem... a consulta atrasou (porque estamos na altura por excelência dos atrasos por causa das urgências de última hora) e isso significou esperar 1h30, o que com duas crianças não foi fácil. Inicialmente correu tudo bem e o primeiro desafio foi quando eu estava a dar iogurte ao Vicente, com ele sentado no carrinho, e a Carminho decidiu que precisava de ir à casa de banho. Pedi para esperar, ela disse que estava muito aflita (... assim de repente...) e apesar de conseguir atrasar a ideia, lá tive de suspender o lanche para irmos todos para a casa de banho. Lá entrámos, limpei o que podia e ajudei a Carminho enquanto o Vicente olhava para o iogurte, até que acabei por lhe dar o resto... na casa de banho... Saímos e a Carminho viu uma fonte de água, claro que como qualquer criança, não descansou enquanto não tirou água para beber. Voltámos para a sala de espera (a menos concorrida, lá fora) e o Vicente quis sair do carro, começou a ficar inquieto com uns avós amorosos que lá estavam a desafia-lo para a brincadeira.
Andou, dançou, correu e até aqui tudo bem, mas depois a Carminho decidiu que estava na altura de brincar com ele e isso significa pegar no Vi ao colo (sem a mínima noção ou cuidado), sendo que eu dizia "Carminho, cuidado". Não soubesse já eu o que aí vinha, e com a excitação dos dois a aumentar, a Carminho tropeçou, deixou o Vi cair e caiu por cima dele. Eu só tive tempo de dizer "Car-mi-nho!" e levantei-me na maior vergonha!! Chorou um bocadinho, nada de especial e continuaram na excitação. A seguir a isto os disparates continuaram, até que levei-os para a outra sala de espera, onde já há brinquedos, televisão (e muitos micróbios porque há várias crianças), e lá se foram entretendo...
Chegou a hora da consulta e entrámos. Primeiro o Dr. Gonçalo viu a Carminho, depois o Vicente e estivemos quase uma hora dentro do gabinete. Inicialmente até correu mais ou menos bem, com o Vicente a andar pelo chão, a mexer em tudo o que devia e não devia. Depois começaram a brincar os dois e, desde fazerem imenso barulho, espalharem tudo pelo chão, a eu estar constantemente a levantar-me para evitar danos de maior (e mesmo assim o Vicente conseguiu tropeçar na balança e cair e bater com a cabeça no lavatório), parecia um cenário de loucos!! Nessa altura lembrei-me de quando tenho mães que levam os filhos à consulta e eles não param quietos, só fazem asneiras, etc. e pensei "que vergonha", "deve achar que isto é sempre assim e que os miúdos são uns mal-criados". No final já eu estava K.O. e irritada com tudo isto e vim o caminho todo para casa a dizer "nunca mais vou com os dois sozinha para o médico". Zanguei-me com a Carminho no carro, o Vicente veio o caminho todo a chorar (mais de 30 minutos!), dei-lhes banho, jantar, deitei-os e só depois é que fui comer, já passava das 21h30. Que final de tarde! Ao mesmo tempo, é inevitável pensar que não há de ser só assim comigo, por outro lado nunca tinha passado por uma destas...
O que é que aprendi?
- evitar ao máximo ir sozinha com dois para o médico. Eles estão em maioria e quando se juntam são umas pestes!
- não tirar o Vicente do carro e ir entretendo-o com comida (adora pão, bolachas e fruta);
- levar mais brinquedos;
- levar roupa fresca (porque não parei quieta e com o ar condicionado já estava a ferver) e prática;
- levar algumas 4 ou 5 chuchas porque estão sempre a cair ao chão, mesmo com corrente;
- tentar que durmam antes para estarem mais bem-dispostos, nomeadamente o Vicente.

Com vocês como é que costuma ser??

Foto d´aqui.

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Para bebés e não só...

Há uns dias recebi em casa uma mala amorosa azul para o Vicente, muito parecida com aquela que levei para a maternidade e foi inevitável recordar esse momento, assim como a preparação para o nascimento. Era um presente dos Laboratórios Klorane, que fazem agora 50 anos. Alguns produtos já conhecia, tais como o gel de banho e o champô de bebé, assim como os toalhetes, outros estamos agora a experimentar.
A paixão pelas plantas, o respeito pelo ambiente e o rigor farmacêutico, assim como a eficácia e conhecimento científico são os valores fundamentais da marca, sendo que as cinco décadas de existência transmitem confiança, pelo menos eu enquanto mãe penso assim. Achei também curioso saber que a Klorane tem 3 grandes missões, as de proteger, explorar e educar, com projetos fantásticos que não conhecia e que podem ver aqui.
Provavelmente já viram os produtos Klorane nas farmácias e áreas de saúde, muitas de vocês devem ter inclusivamente experimentado, e por isso já se devem ter apercebido de que a Klorane tem não só uma linha para bebés e criança (com ingredientes ativos totalmente seguros para o bebé) mas também para adultos, ou seja, para toda a família, desde cabelo, pele, olhos, etc. Lembro-me de há uns dois ou três anos ter experimentado o champô para cabelos oleosos e o champô seco, este último uma grande inovação, super útil para dar aquele ar de que acabámos de lavar o cabelo, faz mesmo diferença, eu gostei de conhecer.
Para conhecerem melhor a linha dos Laboratórios Klorane visitem o site http://www.klorane.pt.


Post feito em parceria com a Klorane.

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