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Manhãs mais saudáveis

As manhãs cá por casa, durante a semana, são sempre uma correria. Acordá-los às sete e sair de casa antes das oito obriga a alguma disciplina e organização. O tempo parece que voa e basta eles saírem da cama mais tarde uns dez minutos e está tudo “estragado”. O Salvador despacha-se super rápido, não fosse ele rapaz, mas a Carminho é o oposto. Demora a levantar-se, leva uma eternidade a comer, se eu não estiver em cima dela põe-se a brincar em vez de se vestir, enfim, uma animação... Confesso que estes começos de manhã são um stress, mas um stress saudável, que adoro e não abdico. Faço questão de os levar ao colégio já que ao final do dia é sempre o pai que os vai buscar, salvo raras exceções.

Nenhum deles sai de casa sem tomar o pequeno-almoço, e se para os rapazes isto é óbvio, para a Carminho  já não porque tem alguma dificuldade em comer logo cedo, são várias as vezes em que fica nauseada. O desafio de pô-los a ingerir uma primeira refeição saudável, com cereais, proteína e eventualmente fruta, nem sempre é fácil porque ocupa-nos algum tempo na preparação e exige que eles tenham vontade de comer o que lhes oferecemos.

O Salvador e a Carminho comem geralmente ao pequeno-almoço iogurte com cereais integrais, e ao fim de semana, eventualmente, sumo de laranja com torradas ou iogurte com panquecas e fruta. Já o Vicente vai alternando entre leite apenas, iogurte com cereais integrais, ou papa.

Para as mães e pais que não sabem o que dar aos miúdos de pequeno-almoço, fica a sugestão do novo Nestum Aveia com fruta, nomeadamente Aveia com Maçã e Aveia com Morango. Apesar de não serem o pequeno-almoço de todos os dias, contêm uma maior quantidade de cereais integrais e aveia, assim como fruta. A ideia é preparar estas papas com leite de vaca ou em alternativa bebida de soja, arroz, amêndoa ou aveia. A preferida cá de casa é de Maçã, se bem que a Carminho adora as pepitas de morango por serem cor de rosa :) Um pequeno-almoço rápido de preparar e que os miúdos adoram por motivos óbvios. Eu recordo-me de comer Nestum com Mel na infância, aliás era a minha papa preferida, e vocês? A Carminho e o Salvador reconheceram o cheiro da papa assim que abri a embalagem, e depois de experimentar associaram de imediato ao mítico Nestum com Mel.


O Vicente fez questão de ajudar a preparar a papa do Salvador

Alimentação saudável nas crianças: 10 dicas simples de pôr em prática

A alimentação saudável nas crianças é fundamental para o seu bom desenvolvimento, crescimento adequado e desempenho na escola, na medida em que os nutrientes certos nas quantidades certas são meio caminho andado para dias mais tranquilos e equilibrados. Se por um lado existem mães/pais que se preocupam (em demasia?) com a alimentação dos seus filhos, e lhes retiram o leite, glúten, a carne e o peixe sem motivos médicos para tal, existem outros que funcionam em modo gestão automática, não sabendo sequer o que os miúdos comem na escola, oferecendo em casa refrigerantes, doces e outros alimentos pouco saudáveis a todo e qualquer momento, sendo que quando são interpelados a esse respeito a justificação é "ele é magrinho", ou "nós também comíamos assim e éramos felizes", ou "que exagero, qual é o mal de comer isto".

Em Portugal, mais de 32% das crianças têm excesso de peso e cerca de 10% são obesas, colocando o nosso país no top 3 Europeu, pelos piores motivos. Apesar do número de adolescentes com peso a mais ser menor (cerca de 25%), está provado cientificamente que as crianças obesas têm mais probabilidade de se tornarem adultos obesos (em média, 3 a 5 crianças em cada 10 serão obesas na idade adulta).

O ganho de peso nas crianças prende-se essencialmente com a equação: total de calorias ingeridas - calorias gastas, pelo que é essencial mudar a alimentação para melhor, mas também fazer com que as crianças se mexam mais. Mais exercício, menos televisão, consolas e tablets. Se a isto juntarmos políticas governamentais e um ambiente mais saudável tanto melhor, mas vamos para já atuar naquilo que podemos e controlamos e deixemos as outras variáveis para "depois".

Imagens aqui

Para melhorar rapidamente a alimentação das crianças as minhas dicas são:

1. Não os deixem ir para a escola sem tomar o pequeno-almoço. Um laticínio ou substituto do leite e uma fonte de cereais (pão idealmente) ou fruta são simples de preparar, económicos e super saudáveis >> mais rendimento e concentração.

2. Comer sempre a meio da manhã e ao lanche da tarde (fruta, e/ou lácteos ou substitutos, e/ou pão e cereais de qualidade) >> glicémia estável, menos irritabilidade.

3. Beber água em vez de sumo às refeições >> sem açúcar e hidratante.

4. Comer sempre sopa antes do almoço e do jantar (variando os legumes que se utilizam) >> conseguem assim 2 porções de legumes por dia de forma fácil, mais fibra e saciedade.

5. Oferecer leguminosas (grão, feijão, ervilhas, lentilhas, favas) às refeições principais, substituindo assim, pelo menos 2x por semana, o arroz, a massa ou a batata >> mais fibra e saciedade, menos hidratos de carbono.

6. Substituir a manteiga tradicional por manteiga magra ou cremes vegatais de barrar (sem gorduras trans/ hidrogenadas) ou queijo creme de barrar light ou queijo flamengo light >> menos gordura total e saturada.

7. Substituir iogurtes açucarados por iogurtes sem açúcar adicionado (podem fazê-los em casa ou comprar no supermercado), juntem uma peça de fruta e façam um batido >> menos açúcar, mais sabor e fibra.

8. Ponham de parte os cereais de pequeno-almoço destinados às crianças, por cada 30g mais de 12g são açúcar! Prefiram pão, flocos de aveia que podem misturar no leite (ou bebida vegetal) ou iogurte e deixam amolecer. Podem também juntar meia banana laminada, frutos vermelhos ou kiwi, e fica um pequeno-almoço ou lanche delicioso! >> menos açúcar, mais fibra e saciedade.

9. Esqueçam de uma vez por todas as bolachas para crianças! Prefiram as tortilhas de milho biológicas ou crackers de água e sal (sem açúcar adicionado) >> menos açúcar e gordura pouco saudável.

10. Deixem os chocolates, gomas e guloseimas para os dias de festa, na esperança das festas acontecerem uma ou duas vezes por mês.

Outras dicas importantes:

Falem com os vossos filhos sobre alimentação saudável, é importante eles perceberem porque é que não podem comer isto ou aquilo. Promovam o consumo de alimentos saudáveis, explicando-lhes as mais-valias de os consumirem.

Dêem o exemplo! as crianças aprendem por imitação por isso de nada serve "obriga-los" a comer de forma saudável se os pais forem a antítese.

Façam programas fora de casa ao fim-de-semana que incluam atividade física: saltar em trampolins, andar de bicicleta, correr no parque, dar um passeio na praia, etc. Temos um país com um clima ótimo, de maneira que temos de aproveitar.

Espero que tenham sido útil!

Fontes:
http://www.plataformacontraaobesidade.dgs.pt/
http://www.apcoi.pt/obesidade-infantil/
http://www.who.int/gho/en/

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Diet mode #4

Estou tão feliz comigo mesma que só me apetece sorrir :) Durante quase dois anos experienciei aquilo que sempre vi de perto dentro do consultório e que nunca desejaria a ninguém, nomeadamente deixar de ter o controlo do meu peso. A culpa não foi dos genes, não foi dos hábitos alimentares nem do estilo de vida, não foi da falta de conhecimento, mas o que é certo é que se apoderou do meu peso e em menos de 6 meses tinha mais 12 quilos. Tudo isto com tentativas de controlar os números da balança, de aplicar todas as técnicas que conhecia, de consultar outros colegas e nunca nada resultou. Perdi no máximo 2 quilos e ali ficava, inchada que nem um peixe balão, num corpo e tamanho que não reconhecia. Nem no dia em que fui para a maternidade ter o S. e a C. pesava o peso em questão.
Há 6 meses felizmente melhorei e aos poucos fui desinchando, apesar do peso quase não descer. Em Outubro já estava com menos três ou quatro quilos mas parecia que eram o dobro! Até ao Natal ganhei esse peso em consciência porque comi imenso chocolate e queijo de Azeitão com compota de frutos vermelhos. Com o aproximar de 2014 comecei a meter na minha cabeça que isto ia acabar, que eu própria tinha de dar o exemplo e fazer a minha dieta a 200%, fazer tudo impecavelmente bem. Sabia que 2014 ia ser o meu ano, um ano de viragem. Achei algumas vezes que não ia conseguir, não por ser difícil, mas porque trabalho cerca de doze horas por dia, almoço fora todos os dias, tenho um ritmo de trabalho alucinante e os fins de semana são preenchidos com almoços e jantares e eu não sabia se tinha cabeça para dizer não.
Posso dizer-vos que encontrei em mim uma força e determinação brutais que me levaram a pôr em prática aquilo que considero correto e o mais adequado para quem quer perder peso. Faz hoje 5 semanas em que comecei este meu projeto e o balanço é mais do que positivo:

- 6,300Kg | - 3,3% de massa gorda | + 2,8% de massa muscular

e perdi imenso volume - 6 cm na cintura e na barriga | - 7 cm na anca

tudo com a Dieta 3 Passos.

Para quem quer de facto perder peso, o que têm de perguntar a vocês mesmos é "Estou disposto a fazer aquilo que é preciso? A sair da minha zona de conforto?"

e para os que já tentaram vezes sem conta sem sucesso, o meu lema é "Se os outros conseguem eu também vou conseguir". Uma ideia que repito vezes sem conta em várias áreas da minha vida e que vou passar ao S. e à C.


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O Leite e as crianças

Muito se tem escrito e falado nos últimos tempos acerca do leite. Leite de vaca, é ou não a melhor opção, devemos consumi-lo ou procurar outras soluções?
Quando falamos de bebés, o leite materno é indiscutivelmente a melhor opção, no entanto, para as mães que não têm leite ou decidem não amamentar, a escolha deverá ir para os leites em pó com fórmulas adaptadas à idade e maturação da criança. A partir dos 12 meses o leite de vaca pode ser introduzido na alimentação da criança, no entanto, as recomendações dizem-nos que devemos continuar a dar leite de fórmula (em pó) ou fórmulas infantis (leite em pacote adaptado a crianças - de 1 a 3 anos). Porquê? Porque as fórmulas infantis têm menos quantidade de proteína e adição de nutrientes que o leite de vaca não consegue fornecer, nomeadamente vitaminas e sais minerais, necessários ao bom desenvolvimento físico e cognitivo das crianças.
Entre 1 ano e 3 anos são suficientes cerca de 300 a 500 mililitros de leite e derivado, ou seja, iogurtes e queijo. Para terem uma ideia as crianças desta idade devem ingerir no total 0,8g a 1,2g de proteína por quilo de peso. Eu explico: imaginem uma criança com 2 anos que pesa 12Kg (0,8x12 a 1,2x12). Deverá consumir 9,6g a 14,4g de proteína por dia, o que é claramente conseguido com 1 pequena dose de carne/peixe à refeição (máximo 40-50g), um copo de leite (200ml) e dois iogurtes (200 a 250g).
Eu defendo o consumo de leite de vaca adaptado - fórmulas infantis - até aos 3 anos de idade, precisamente porque são os que melhor respondem às necessidades nutricionais das crianças. Paras as crianças intolerantes à lactose do leite existem já algumas soluções nesse sentido. Ainda assim, há mães/pais que não só não bebem leite de vaca, como são contra este alimento, e por isso mesmo alegam que as crianças também devem seguir esta orientação. Que soluções existem? Que alternativas? Basicamente existem três soluções: bebida de arroz ou bebida de aveia ou bebida de soja. Não se chama leite :) A quantidade de cálcio que fornecem é a mesma do leite de vaca, precisamente porque estas bebidas são enriquecidas nesse mineral. Se tivesse de escolher entre os três diria que a aveia é o alimento mais equilibrado para substituir o leite de vaca. A soja, apesar de largamente consumida, é um alimento transgénico, ou seja, recebeu genes artificialmente, e por isso mesmo incomoda-me o seu consumo regular porque não sabemos quais os efeitos a longo prazo, mas suspeitamos.
Resumindo, até aos 3 anos de idade nada de leite de vaca, mas em vez disso, fórmulas adaptadas. A partir dos 3 anos os Pais podem optar por utilizar leite de vaca ou uma das alternativas: aveia, arroz ou soja. Os iogurtes são uma excelente opção e alternativa ao leite já que contêm a mesma quantidade de cálcio, proteína, lípidos (gorduras) e açúcares, com várias vantagens, nomeadamente, o facto de serem mais bem digeridos, aumentarem a imunidade e o trânsito intestinal. São menos alergénicos do que o leite.


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Chocolate

Sempre ouvi dizer que "há males que vêm por bem" e neste caso aplica-se na perfeição. Para quem me segue há mais tempo já sabe que a C. é fã de comida, nomeadamente quando se trata de doces, tipo chocolates, gomas e afins, mas não pensem que é porque eu quero, goste ou fomente. Nada disso! Antes pelo contrário!! Em casa de Dietista há regras que não se quebram :) mas que há coisas que não se explicam, também sou da opinião que sim.
Eu desde sempre que adoooooro chocolate, sou fã incondicional. Bolos, só se forem de chocolate, sobremesas idem, de maneira que o facto do S. e da C. adorarem chocolate não é algo que me deixe muito surpreendida. Ainda assim, parece-me que devem de existir limites e é por isso que o tema do post de hoje é este.
Se eu vos disser que todos os dias, à noite, antes do nosso jantar (meu e do P.) a C. vem sempre ter comigo pedir um chocolate vocês não vão acreditar. Se inicialmente a estratégia poderia passar por colocar o chocolate e os doces num local menos visível, pouco tempo depois decidi que não os iria "esconder", mas em vez disso deixa-los bem à vista, na despensa. Isto porque a C. não se contenta facilmente com um "não" e por isso insiste em modo repeat, chora até se for caso disso. Pede para ir ao colo para ver bem de perto se não há mesmo. Péssima ideia a de ceder, a de dizer "é só hoje" porque só vem reforçar a ideia de que se insistir e fizer birra consegue o que quer. Para ajudar, quando se trata de "asneira" a C. e o S. são super cúmplices e por isso, o S. vem logo em defesa da C., neste caso a pedir também a sua dose de cacau adoçado em versão tablete, smarties ou outra que tal.
Há cerca de 3 semanas, no fim de semana do Lisbon Kids Market, a C. apareceu com umas borbulhas tipo "baba" na barriga, depois no interior das pernas, mais tarde em toda a perna e até no pescoço. Umas desapareciam e outras "nasciam", deixando-me na dúvida do que seria. A seguir veio uma tosse, tipo alérgica, com imensa expectoração e as borbulhas foram desaparecendo.
Na semana passada, depois de uma ida ao supermercado com os dois - um dos programas favoritos dos dois - comprámos uns chocolates de Natal que eles pediram e desde aí, à noite, o ritual do chocolate voltou a estar presente. Foi na 6.ª feira passada que o click se fez. As borbulhas voltaram a aparecer exactamente da mesma forma e nos mesmos locais e o "culpado" só pode ser o chocolate. Este fim de semana até não foi difícil de gerir. Disse à C. que não podia comer chocolate porque estava com borbulhas e era do chocolate. Nem sei como, ficou convencida e não reclamou, mas com tanta comichão imagino que até lhe tenha feito sentido. Ontem lá voltou a pedir e mantive-me fiel ao "a C. não pode comer porque senão fica cheia de borbulhas. Quer ficar com mais borbulhas e comichão?". Claro que a resposta foi não e para já vou-me manter fiel até onde conseguir.
E vocês, têm alguma história semelhante?



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A nossa receita

Já vos falei aqui algumas vezes da parceria que fiz com a Knot e com a Stufa e no último post, para além de vos dar algumas dicas de como fazer as crianças comerem verdes, sugeri-vos uma receita. Pois é, ontem foi dia de pô-la em prática uma vez mais, mas desta com fotografias. A C. e o S. ajudaram a temperar o tomate antes de ir ao forno e na finalização da receita. Vejam aqui algumas imagens.





E a receita:

Pasta com tomate, microgreens de brócolos, manjericão e parmesão
Ingredientes
4 tomates
Azeite
Sal marinho
Pimenta preta moída no momento
Vinagre balsâmico do bom
500g de massa penne
1 mão cheia de microgreens de brócolos
6 folhas de manjericão
1 chávena de chá de queijo parmesão ralado grosseiramente

Como fazer
Pré-aqueça o forno a 200ºC.
Num recipiente que possa ir ao forno,  coloque 4 tomates médios previamente lavados, tempere com azeite, sal e pimenta e leve ao forno durante 20 minutos. Depois do tomate estar assado, esmague-os com um garfo e aproveite o sumo que deitam, adicionando um pouco de vinagre balsâmico.

Coloque água a ferver abundante e coza a massa al dente segundo as instruções que vêm na embalagem. Escorra a água e junte à massa o molho de tomate assado que fez inicialmente, os microgreens, o manjericão e mexa com um garfo. Adicione o queijo enquanto a massa ainda está quente e está pronto a servir.

Experimentem porque é deliciosa!

Lembram-se de vos ter falado que a Knot ia estar no Oporto e Lisbon Kids Market a oferecer vales de
20% de desconto na loja online
Para todos aqueles que não conseguiram estar presentes ainda podem
aproveitar o desconto até 30 de Novembro. 
Para isso basta utilizarem o código promocional - LKM02710. 
Aproveitem porque tem coisas bem giras!

E para comprarem as sementes de microgreens de brócolos basta irem a uma loja Knot.


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Os verdes e as crianças

Lembram-se de ter falado deste tema neste post da semana passada? e do vídeo da C. e do S. a cultivar o hortim de microgreens de brócolos? Passaram-se 5 dias e o resultado atual mostro já de seguida. Imagino que alguns de vocês estejam a pensar "mas como é que isto se come?", certo? Quando pensamos em brócolos o aspeto é totalmente diferente, mas o sabor é muito semelhante. Os microgreens são um estadio meio embrionário daquilo que será o legume/planta final e as suas vantagens advêm exatamente daí.


O nosso hortim 5 dias depois e 10 dias depois de ser cultivado :)

Quando se inicia a diversificação alimentar os legumes entram na rotina alimentar sobre a forma de sopa, e isso deve manter-se sempre que possível ao longo do tempo. Mesmo para os adultos é ótimo comer uma taça de sopa antes do prato principal, não só porque vai fornecer uma quantidade de fibras e antioxidantes acima da média, bem como, facilitar a gestão do peso. O mesmo acontece com as crianças, mas não deverá ser a única forma deles comerem verduras porque no futuro irá dificultar-nos a tarefa.

Então, perguntam vocês, de que forma podemos incentivar o consumo de vegetais? Ou quais as estratégias para fazer com que as nossas crianças comam estes alimentos? O não está garantido, por isso, vamos lá buscar o sim:

1. Crie uma mini-horta em casa, como aquela que eu, a C. e o S. fizemos, porque envolvê-los no processo de cultivo, lembrá-los de que todos os dias o hortim terá de ser regado e acompanhar o crescimento do mesmo, levará as crianças a aprender a gostar das verduras.
2. Leve as suas crianças ao mercado/loja para fazer as compras dos legumes que leva para casa e peça-lhes ajuda na escolha.
3. Prepare uma refeição/receita que inclua legumes e peça-lhes ajuda. Eles vão adorar poder mexer e participar na preparação da receita que escolheu.
4. Tenha sempre legumes/vegetais em casa e ofereça-os em todas as refeições. A lógica da repetição e da persistência funcionam.
5. Se quer que eles comam uma verdura que habitualmente recusam, espere que tenham fome, porque se a vontade de comer não for muita será mais fácil recusar esse alimento menos atrativo.
6. Prepare pratos coloridos e divertidos. Em vez de peixe com batata ou arroz, adicione ao prato cenoura, brócolos, ervilhas e o resultado final será bem mais atrativo.
7. Convença-os a experimentar, nem que seja só uma mordida no legumes. Só assim saberão se gostam ou não gostam.
8. Invente nomes/crie associações de imagens para os legumes com os seus filhos. Os brócolos são as árvorezinhas (ou mini-árvores), a cenoura é o nariz do boneco de neve, o feijão verde são barquinhos, e por aí fora.
9. Preparar receitas com vegetais "escondidos", como por exemplo, se fizer puré de batata junte couve-flor; prepare um hamburguer ou lasanha com cogumelos e espinafres.
10. Se eles recusam comer legumes porque "não têm mais vontade, estão cheios" então não há lugar para a sobremesa.

De seguida, uma sugestão de receita para preparar com os seus filhos, nada complicada, que poderá fazer no dia a dia ou no fim de semana:

Pasta com tomate, microgreens de brócolos, manjericão e parmesão
Ingredientes
4 tomates
Azeite
Sal marinho
Pimenta preta moída no momento
Vinagre balsâmico do bom
500g de massa penne
1 mão cheia de microgreens de brócolos
6 folhas de manjericão
1 chávena de chá de queijo parmesão ralado grosseiramente

Como fazer
Pré-aqueça o forno a 200ºC.
Num recipiente que possa ir ao forno,  coloque 4 tomates médios previamente lavados, tempere com azeite, sal e pimenta e leve ao forno durante 20 minutos. Depois do tomate estar assado, esmague-os com um garfo e aproveite o sumo que deitam, adicionando um pouco de vinagre balsâmico.

Coloque água a ferver abundante e coza a massa al dente segundo as instruções que vêm na embalagem. Escorra a água e junte à massa o molho de tomate assado que fez inicialmente, os microgreens, o manjericão e mexa com um garfo. Adicione o queijo enquanto a massa ainda está quente e está pronto a servir.

Experimentem porque é deliciosa!

E este prato é para ser comido em família, já que foi isso que ficou prometido. Vejam o excerto do filme a seguir:


Os kits do S. e da C. estão à venda na loja online da Knot - just for kids?

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A KNOT VAI ESTAR NO OPORTO E LISBON KIDS MARKET

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As crianças e a alimentação saudável

Não posso deixar de partilhar um link que encontrei e que amei!! Há um tema que é quase inevitável quando se fala de crianças... Seja por fazer parte do nosso dia-a-dia, ou porque é um dos determinantes mais evidentes quando falamos de saúde e qualidade de vida. Alguém adivinha?!

Alimentação das crianças!!!!

Interessa aprender a comer... bem :) e é exatamente isso que quero partilhar convosco AQUI.

O conteúdo é super interessante, bem construído e ainda tem uns jogos para os miúdos que resultam sempre bem.