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Etiquetas personalizáveis Stikets

Eles não param de crescer e por isso ainda no início do mês tive de renovar as fardas da Carminho. Com isso veio a necessidade de etiquetar toda a roupa para que não se perca no colégio. Apesar de escrever na etiqueta com uma caneta de acetato seja uma opção, com as lavagens o nome vai saindo, já para não falar de que é difícil de escrever em tecido. É por isso que sou fã das etiquetas para a roupa da Stikets, 100% personalizáveis, nomeadamente o tipo de letra, cor da etiqueta, símbolo/boneco, assim como o texto.
Desta vez encomendei o Pack Plus, que inclui 142 etiquetas e 3 pulseiras identificativas e o processo de personalização e compra foi super simples, como habitual. Escolhi o fundo rosa claro com uma boneca amorosa, aliás a Carminho quando viu o pack, adorou! Os símbolos são apetitosos, há de tudo um pouco, desde animais, transportes, desportos, da estação e até de alergias, o que é ótimo para as crianças que sofrem deste problema. A entrega aconteceu em três dias úteis e temos a possibilidade de acompanhar a evolução da encomenda em www.stikets.pt/contacto.
Para além das etiquetas para a roupa, o pack que escolhi inclui também etiquetas autocolantes para os cadernos, dossiers, garrafas de água, identificadores para a mochila e saco da ginástica, etiquetas para os sapatos e as tais pulseiras de identificação. A Carminho aproveitou este fim de semana para etiquetar as suas coisas e não larga a pulseira cor de rosa.


 A Stikets também se encontra no Facebook e Instagram.


O final do ano escolar cá em casa

Com três filhos e dois deles em idade escolar, confesso que os finais de dia não têm sido fáceis. Cá em casa a época de testes/fichas de avaliação começou na semana passada e termina nos próximos dias, felizmente! A preocupação acrescida de rever algumas matérias, fazer exercícios, preparar trabalhos tem sido uma constante ao final do dia, e tanto o Salvador como a Carminho já acusam alguma responsabilidade em ter os assuntos do colégio em dia.
Desde o primeiro momento que a Carminho tem sido mais focada e concentrada, comparativamente ao Salvador, algo que me parece habitual segundo os artigos que tenho lido, em que as meninas têm mais facilidade em se integrar no modelo de ensino que temos. Nas aulas está sempre super atenta, adora escrever, fazer os trabalhos, fazer pesquisas (já desde o pré-escolar), projetos, desenhar, enfim, não tem dado "trabalho" nenhum. Já o Salvador tem sido mais o oposto, tem sido mais difícil e isso obriga-me (nos) enquanto Mãe (Pais) a encontrar formas de o motivar e potenciar as suas qualidades.
Resumindo, os finais de dia têm sido passados à mesa ou à secretária a estudar ou a fazer trabalhos, com o Vicente a trepar para cima de mim, a pedir atenção e a querer brincar, o mesmo com a Carminho, que interrompe inúmeras vezes o Salvador e tenta mostrar o ar da sua graça, o que deixa o Salvador ou contente (porque foi interrompido) ou irritado (porque quer terminar o que está a fazer). Fico cansada mentalmente, depois de um dia de trabalho, de ainda ter de estar a fazer esta parte, mas por outro lado sei que é essencial. É aqui que o caos se instala e que percebemos que teria sido muito mais fácil se eles fossem menos ou se tivessem mais intervalo de idades... mas logo desço à terra e convenço-me das outras inúmeras vantagens de ter três filhos e de idades próximas. Mas que cansa, cansa! E convosco, como tem sido?

Fotos d´aqui.

O Vicente foi para a escola

O Vicente fez dois anos e meio em abril e tem até então ficado em casa, à semelhança do que aconteceu com os irmãos, no entanto, ao contrário destes que foram para a escola aos dois anos, o Vicente só começou a ir há umas semanas atrás. Começou por ir umas manhãs, depois ficou para almoçar, dormir e na última semana passou a ficar até às 16h30. Este registo gradual pareceu-me ser o mais razoável e equilibrado, e sem dúvida que no caso do Vicentinho ajudou.
No primeiro dia fiquei quase uma hora e meia porque não conseguia sair da escola. Não me pareceu bem sair sem dizer nada, e por isso expliquei que a Mãe ia embora, mas que o Pai ia busca-lo dali a pouco tempo. Posto isto começou a chorar a dizer que queria que a mamã ficasse, "não vai embora". E assim foi, até que saí quando foram do jardim e para dentro começar a rotina do final da manhã. Disse-me a educadora que quando saí e o Vicente se apercebeu de que eu me tinha ido embora começou a chorar, chorou muito, copiosamente, mas felizmente pouco tempo depois o Pai foi busca-lo e ficou com ele em casa, muito choroso, a precisar de mimo, parecia que se tinha sentido abandonado :(
Nos dois dias seguintes já não fui eu leva-lo porque geralmente levo os mais velhos ao colégio e saio cedo, antes das oito, para ir trabalhar, por isso o Vicente foi com o Pedro, que saiu sorrateiramente da escola e o Vicente, quando se apercebeu que estava "sozinho", começou novamente a chorar... Foi assim dois dias, até que na sexta-feira começou a dizer em casa que não queria ir e nós não forçámos! Deixei-o em casa da minha mãe, o Vi ADORA, e fui busca-lo ao final do dia, feliz e contente.
Passou-se o fim de semana e na segunda retomámos a rotina. Progressivamente foi correndo melhor, até que chegou o momento de deixa-lo almoçar na escola, e na semana passada começou a dormir. Teve a sua primeira aula de ginástica - que amou!, assim como a primeira de música, foi um excitex que só visto!! :) Cá em casa imitou o que fez na escola, "pa cima e pa baixo" "pofissor Paulo". Muito bom! 
Hoje ainda choramingou quando o P. o foi levar mas aos poucos vai entrando da rotina. Apesar da dificuldade no momento da separação, percebemos que o Vicente está super feliz por poder estar com outras crianças e ter novos desafios. Cá em casa ajuda-nos a fazer com que o Vi também perceba que não é o "centro do mundo", que é normal ser contrariado e que é bom crescer com outras crianças. 
Tem sido muito giro e gratificante acompanhar este crescimento e evolução do Vicente, que tem sido bastante diferente dos irmãos, já que ficaram logo desde o início na escola com bastante facilidade. Para ajudar a facilitar este processo, falamos da escola como um sítio onde vai "brincar com os meninos", e não "aprender", ou algo parecido. E vocês, que estratégias usaram? Como foi o período de adaptação?


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